Rabdomiossarcoma

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Rabdomiossarcoma é um câncer que se diferencia para músculo esquelético. É o tumor de tecidos moles mais comum da infância e é responsável por aproximadamente metade de todos os Sarcomas de Partes Moles nessa faixa etária. No entanto, eles são raros quando comparado com todos os cânceres pediátricos, representando apenas 3% a 4%.

A musculatura esquelética começa a se formar no embrião por volta da sétima semana após a fertilização, quando se formam os Rabdomioblastos, células que vão dar origem aos músculos. São essas células que podem se tornar malignas e dar origem ao câncer chamado Rabdomiossarcoma. Devido a esta origem embrionária, 85% dos rabdomiossarcomas ocorrem em crianças, sendo raro seu acometimento em adultos.

Embora a maioria da musculatura esquelética esteja presente nos membros, como braços e pernas, os rabdomiossarcomas podem surgir em locais onde a musculatura esquelética não é tipicamente encontrada, como na bexiga, por exemplo.

A informação existente neste site pretende apoiar e não substituir a consulta médica. Procure sempre uma avaliação pessoal com o Serviço de Saúde.

FONTES DE REFERÊNCIA:

Instituto Oncoguia

Instituto Vencer o Câncer

INCA

Hospital A.C.Camargo

Robbins e Cotran, patologia: bases patológicas das doenças, 9ª edição

Pesquisa: Liga de Oncologia UFRGS (acad. Douglas Marinho de Matos)

Existem três subtipos conhecidos de Rabdomiossarcoma:

– Rabdomiossarcoma Embrionário: É o subtipo mais comum, correspondendo a 60% dos Rabdomiossarcomas. Afeta comumente bebês e crianças pequenas. Este tipo de tumor pode ter duas variantes: Rabdomiossarcoma Botrióide e Rabdomiossarcoma de Células Fusiformes;

– Rabdomiossarcoma Alveolar: Corresponde a 20% dos Rabdomiossarcomas. Apesar de acometer qualquer faixas etária, este tipo de tumor é mais comum em crianças mais velhas ou adolescentes. Costuma aparecer mais frequentemente na musculatura do tronco, braços e pernas;

– Rabdomiossarcoma Pleomórfico ou Anaplásico: Corresponde a aproximadamente 20% dos rabdomiossarcomas. Este subtipo incomum, que acomete adultos, é muito raro em crianças.

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FONTES DE REFERÊNCIA:

Instituto Oncoguia

Instituto Vencer o Câncer

INCA

Hospital A.C.Camargo

Robbins e Cotran, patologia: bases patológicas das doenças, 9ª edição

Pesquisa: Liga de Oncologia UFRGS (acad. Douglas Marinho de Matos)

Como dito anteriormente, o Rabdomiossarcoma pode se desenvolver em qualquer parte do corpo, portanto os sintomas vão depender do local onde o tumor aparece. Geralmente, o primeiro sinal deste tumor é a presença de nódulo ou inchaço no local de acometimento.

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FONTES DE REFERÊNCIA:

Instituto Oncoguia

Instituto Vencer o Câncer

INCA

Hospital A.C.Camargo

Robbins e Cotran, patologia: bases patológicas das doenças, 9ª edição

Pesquisa: Liga de Oncologia UFRGS (acad. Douglas Marinho de Matos)

O Rabdomiossarcoma é um câncer incomum. Atualmente, não há testes de rastreamento amplamente recomendados para esses tipos de câncer. Sendo assim, o diagnóstico, em sua maioria, é feito com exames de imagem quando já estão presentes sinais (alterações físicas) e sintomas (o que pode ser sentido, como desconforto por exemplo, mas nem sempre é visualizado) como nódulos visíveis ou dor local.

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Instituto Oncoguia

Instituto Vencer o Câncer

INCA

Hospital A.C.Camargo

Robbins e Cotran, patologia: bases patológicas das doenças, 9ª edição

Pesquisa: Liga de Oncologia UFRGS (acad. Douglas Marinho de Matos)

O tratamento para o Rabdomiossarcoma varia de acordo com o subtipo do tumor, suas características biológicas e a presença ou não de metástase à distância. Portanto, as principais opções de tratamento como cirurgias, quimioterapia e radioterapia são individualizadas, pois é importante ponderar os benefícios de cada opção de tratamento em relação aos possíveis riscos e efeitos colaterais.

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Instituto Oncoguia

Instituto Vencer o Câncer

INCA

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Robbins e Cotran, patologia: bases patológicas das doenças, 9ª edição

Pesquisa: Liga de Oncologia UFRGS (acad. Douglas Marinho de Matos)

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