Neuroblastoma

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Neuroblastoma é um tipo de tumor que tem origem nas formas primitivas das células nervosas do sistema nervoso simpático (os neuroblastos). Essa parte do sistema nervoso controla funções como a respiração, pressão arterial, batimento cardíaco e digestão. A maioria dos Neuroblastomas desenvolve-se em crianças com até 5 anos de idade, sendo o câncer mais comum em bebês com menos de 1 ano de idade. Sua progressão é variável, alguns crescem de maneira lenta, enquanto outros crescem rapidamente, podendo espalhar-se para outros lugares do corpo.

Esse tipo de tumor pode desenvolver-se em 30% dos casos nas glândulas suprarrenais (localizadas acima dos rins), em 25% nos gânglios linfáticos do sistema nervoso simpático no abdome e, no restante dos casos, nos gânglios simpáticos (células nervosas próximas da coluna espinhal).

Não se conhecem fatores de risco que aumentem as chances de a criança desenvolver Neuroblastomas, nem em termos de fatores ambientais a que a mãe possa ter sido exposta durante a gravidez ou a que a criança tenha sido exposta nos primeiros meses de vida.

A informação existente neste site pretende apoiar e não substituir a consulta médica. Procure sempre uma avaliação pessoal com o Serviço de Saúde.

FONTES DE REFERÊNCIA:

Hospital A.C.Camargo

Instituto Oncoguia

Pesquisa: Liga de Oncologia UFRGS (acad. Amanda Henz Cappelli)

Nem todos os tumores do sistema nervoso autônomo em crianças são malignos:

– Ganglioneuroma. É um tumor benigno composto por gânglios e células nervosas;

– Ganglioneuroblastoma. É um tumor que tem tanto partes malignas como benignas. Ele contém neuroblastos imaturos (células nervosas) que podem crescer e se disseminar de forma anormal, semelhante à do neuroblastoma, assim como áreas de tecidos mais maduras que são semelhantes aos ganglioneuromas.

Os Ganglioneuromas geralmente são removidos por cirurgia e analisados cuidadosamente sob um microscópio para se ter certeza de que eles não têm áreas de células malignas, o que o tornaria um Ganglioneuroblastoma. Se o diagnóstico final é Ganglioneuroma, não é necessário outro tratamento. Se for um Ganglioneuroblastoma, é tratado da mesma forma que um Neuroblastoma.

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Hospital A.C.Camargo

Instituto Oncoguia

Pesquisa: Liga de Oncologia UFRGS (acad. Amanda Henz Cappelli)

Os sinais (alterações físicas) e sintomas (o que pode ser sentido, como desconforto por exemplo, mas nem sempre é visualizado) do Neuroblastoma podem variar conforme o tamanho e localização do tumor, se está localizado em outras partes do corpo ou não e, também, se as células tumorais secretam hormônios denominados de Catecolaminas (Adrenalina e Noradrenalina). Os principais sintomas são:

  • Nódulos no abdome, na lombar, no pescoço ou no tórax;
  • Hematomas;
  • Abdome inchado ou distendido;
  • Diarreia constante;
  • Febre;
  • Anemia;
  • Pressão alta;
  • Perda de apetite e de peso;
  • Fadiga;
  • Dor de cabeça, tontura;
  • Pálpebras caídas e olhos saltados;
  • Círculos escuros sob os olhos ou ao seu redor;
  • Tosse ou dificuldade para respirar;
  • Dificuldade para engolir;
  • Fraqueza ou paralisia das pernas;
  • Inchaço das pernas ou do escroto;
  • Problemas para urinar ou defecar;
  • Dor nos ossos (causada pela disseminação do câncer).

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Hospital A.C.Camargo

Instituto Oncoguia

Pesquisa: Liga de Oncologia UFRGS (acad. Amanda Henz Cappelli)

O diagnóstico do Neuroblastoma pode ser feito através da junção de sinais e sintomas e exames de imagem, sendo pesquisado também com exames de sangue ou urina. Em alguns casos o tumor pode ser detectado na ultrassonografia obstétrica, antes mesmo da criança nascer, mas mais comumente é diagnosticado entre 1 e 2 anos de idade. O diagnóstico definitivo é feito por meio da biópsia, que é a remoção de uma pequena quantidade de tecido tumoral para análise.

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Hospital A.C.Camargo

Instituto Oncoguia

Pesquisa: Liga de Oncologia UFRGS (acad. Amanda Henz Cappelli)

O tratamento do Neuroblastoma depende de vários fatores, como a idade da criança, o tamanho e localização do tumor, e, também, se este já se espalhou para outros lugares do corpo ou não. Há várias opções de tratamento, como a cirurgia, quimioterapia, radioterapia, terapia retinóide, imunoterapia e até o transplante de medula óssea, sendo que em vários casos mais de um tipo de tratamento é necessário.

É importante que todas as opções de tratamento sejam discutidas com a equipe médica, bem como seus possíveis efeitos colaterais, para ajudar a tomar a decisão que melhor se adapte às necessidades de cada paciente.

A informação existente neste site pretende apoiar e não substituir a consulta médica. Procure sempre uma avaliação pessoal com o Serviço de Saúde.

 

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Hospital A.C.Camargo

Instituto Oncoguia

Pesquisa: Liga de Oncologia UFRGS (acad. Amanda Henz Cappelli)

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