Osteossarcoma

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Os Osteossarcomas são tumores ósseos caracterizados pela produção de osso imaturo ou osteóide pelas células malignas; por isso, são também chamados de Sarcomas Osteogênicos. É um câncer raro, mas é o tipo mais comum de tumor ósseo primário, e a quinta neoplasia maligna mais comum entre jovens de 15 a 19 anos. Nesse grupo de idade, os Osteossarcomas costumam iniciar em locais onde o osso está crescendo rapidamente, principalmente perto do joelho (na parte distal do fêmur, o osso da coxa ou proximal da tíbia, o osso da canela), e também na parte próxima ao ombro do osso superior do braço, o úmero. Ainda assim, o Sarcoma Osteogênico pode se desenvolver em qualquer osso, inclusive o osso do quadril e da mandíbula, especialmente em pacientes adultos de maior idade.

Não se sabe exatamente o porquê, mas Osteossarcomas são mais prevalentes entre o sexo masculino que o feminino em todas as idades, mais prevalentes em crianças e adolescentes negros que em outras raças, e mais prevalentes em adultos e idosos brancos que em outras raças.

A informação existente neste site pretende apoiar e não substituir a consulta médica. Procure sempre uma avaliação pessoal com o Serviço de Saúde.

 

FONTES DE REFERÊNCIA:

Hospital A.C.Camargo 

American Cancer Society

UpToDate 

Pesquisa: Liga de Oncologia UFRGS (acad. Laura Prolla Lacroix)

três classificações histológicas (suas diferenças são vistas sob microscópio) para Osteossarcomas: alto grau, grau intermediário e baixo grau. Quanto maior o grau, maior a velocidade crescimento do tumor.

Os Osteossarcomas de Baixo Grau

Os Osteossarcomas de Alto Grau são os que crescem mais depressa. A maioria dos Osteossarcomas que se desenvolvem em crianças e adolescentes é de Alto Grau. Há vários subtipos de Osteossarcoma de Alto Grau, sendo os mais comuns: o Osteoblástico, o Condroblástico e o Fibroblástico. Menos comuns são os Tumores de Pequenas Células (frequentemente confundidos com Sarcoma de Ewing), Telangietáticos, Multifocais, Justacorticais de Alto Grau, Extraesqueléticos, Pagetoides e pós-radiação.   

Os Osteossarcomas de Grau Intermediário são pouco comuns e costumam ser tratados como os Osteossarcomas de Baixo Grau, que são os de crescimento mais lento. Entre os Osteossarcomas de Baixo Grau estão o Parosteal (mais usual entre 20 e 40 anos de idade) e o Intramedular ou Intraósseo Bem Diferenciado.

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FONTES DE REFERÊNCIA:

Hospital A.C.Camargo 

American Cancer Society

UpToDate 

Pesquisa: Liga de Oncologia UFRGS (acad. Laura Prolla Lacroix)

A maior parte dos pacientes com Osteossarcoma relata dor localizada, óssea ou articular, presente há vários meses, muitas vezes após lesão ou fratura óssea sem razão aparente. Isso se dá porque as células tumorais formam um tecido mais fraco, menos resistente em comparação ao tecido ósseo normal. Pode haver inchaço na região do osso afetado, devido à formação de uma massa de tecido macio pelo tumor. Sintomas sistêmicos como febre, perda de peso ou mal-estar são pouco comuns.

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Hospital A.C.Camargo 

American Cancer Society

UpToDate 

Pesquisa: Liga de Oncologia UFRGS (acad. Laura Prolla Lacroix)

O primeiro exame no caminho para chegar a um diagnóstico costuma ser um raio-X da área afetada, o qual mostrará, convencionalmente, destruição do padrão trabecular normal do osso, margens indistintas, formação de novo tecido periosteal, entre outras características. Entretanto, para um diagnóstico definitivo, inclusive do subtipo do tumor, é necessária uma biópsia. A ressonância magnética é indicada para pacientes cuja radiografia mostra anormalidades muito sutis, e também para planejamento cirúrgico.

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Hospital A.C.Camargo 

American Cancer Society

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Pesquisa: Liga de Oncologia UFRGS (acad. Laura Prolla Lacroix)

A sobrevida de pacientes com tumores ósseos malignos tem melhorado drasticamente nos últimos cinquenta anos, devido ao aumento da eficiência da quimioterapia. A quimioterapia é capaz de erradicar as micrometástases a ponto de aumentar a taxa de sobrevida dos pacientes em 54%. Além disso, a quimioterapia pré-operatória aumenta a possibilidade de uma cirurgia conservadora, que preserve o membro afetado. A parte do osso removido pode ser substituída por enxerto ósseo ou por uma prótese interna. A radioterapia é utilizada em alguns casos.

A escolha do tratamento dependerá muito do estadiamento da doença no momento do diagnóstico, além de outros fatores como idade da paciente, estado geral de saúde, circunstâncias individuais e preferências da paciente. É importante que todas as opções de tratamento sejam discutidas com a equipe médica, bem como seus possíveis efeitos colaterais, para ajudar a tomar a decisão que melhor se adapte às necessidades de cada paciente.

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Hospital A.C.Camargo 

American Cancer Society

UpToDate 

Pesquisa: Liga de Oncologia UFRGS (acad. Laura Prolla Lacroix)