Câncer de Vulva

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O Câncer de Vulva é um tipo raro de câncer que acomete os lábios (maiores ou menores) do aparelho sexual feminino na sua parte interior. Ainda pode acometer o clitóris e as glândulas de Bartholin (glândulas responsáveis pela lubrificação vaginal).

A informação existente neste site pretende apoiar e não substituir a consulta médica. Procure sempre uma avaliação pessoal com o Serviço de Saúde.

FONTES DE REFERÊNCIAS

Instituto Oncoguia

Pesquisa: Liga de Oncologia UFRGS (acad. Pyetra Nunes Zahn)

Os subtipos do Câncer de Vulva podem ser:

– Carcinomas de Células Escamosas da Pele: são a maioria dos tipos de câncer de vulva, sendo verrucosos ou não;

– Adenocarcinomas: correspondem a 8% dos cânceres vulvares, afetam principalmente as glândulas de Bartholin;

– Melanomas: são 6% dos casos e acometem células produtoras de melanina na pele;

– Sarcomas: representam menos de 2% dos casos, e podem acometer mulheres em qualquer idade, inclusive na infância;

– Carcinoma Basocelular: mais raro de todos os tipos de câncer de vulva, o tipo de câncer de pele mais comum que pode acometer a pele dos lábios menores e maiores.

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Instituto Oncoguia

Pesquisa: Liga de Oncologia UFRGS (acad. Pyetra Nunes Zahn)

Os sintomas do Câncer de Vulva são mais associados ao Carcinoma de Células Escamosas, que pode gerar prurido intenso, dor e queimação, sangramento anormal fora do período menstrual, espessamento da pele da vulva, diferenciação de uma área (que pode parecer mais clara, escura ou rosada do que o resto), inchaço, vermelhidão, úlcera persistente ou verrugas.

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Instituto Oncoguia

Pesquisa: Liga de Oncologia UFRGS (acad. Pyetra Nunes Zahn)

O diagnóstico precisa ser feito levando em conta exames e biópsias, sendo que sinais e sintomas não são suficientes para precisar com certeza o diagnóstico de câncer de vulva. Além disso, ainda são necessários o exame físico da área genital e perineal e análise do histórico familiar e pessoal.

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Instituto Oncoguia

Pesquisa: Liga de Oncologia UFRGS (acad. Pyetra Nunes Zahn)

Os tratamentos disponíveis são a cirurgia, a quimioterapia e a radioterapia. Podem ser indicados em conjunto ou separados, fato que depende muito do estágio e do tipo da doença, bem como da opção do paciente, da saúde, idade e particularidades de cada pessoa também. É importante ressaltar que toda escolha deve ser feita em conjunto entre equipe médica e a paciente, visando a melhor opção terapêutica.

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Instituto Oncoguia

Pesquisa: Liga de Oncologia UFRGS (acad. Pyetra Nunes Zahn)

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