Câncer de Ovário

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O Câncer de Ovário é a segunda neoplasia ginecológica mais comum, atrás apenas do Câncer do Colo do Útero. Os ovários (direito e esquerdo) estão localizados na pelve, próximos ao útero, e são eles os responsáveis pela produção dos óvulos e dos hormônios femininos (Estrógeno e Progesterona).

É um câncer silencioso, com poucas manifestações clínicas e sem método de rastreamento eficaz. Por esses motivos, a maioria dos casos é diagnosticado em um estágio já avançado da doença – e metade das pacientes são diagnosticadas aos 63 anos ou mais.

Há alguns fatores de risco conhecidos para o desenvolvimento desse tipo de malignidade, como a obesidade, idade avançada, a nuliparidade, a menarca antes dos 12 anos, menopausa após os 52 anos, infertilidade, história familiar positiva para Câncer de Ovário, Colorretal ou de Mama, bem como a presença de mutações genéticas (genes BRCA 1 e BRCA 2).

A informação existente neste site pretende apoiar e não substituir a consulta médica. Procure sempre uma avaliação pessoal com o Serviço de Saúde.

FONTES DE REFERÊNCIAS:

Instituto Oncoguia

Vencer o Câncer

INCA

Hospital A.C.Camargo

Pesquisa: Liga de Oncologia UFRGS (acad. Amanda Henz Cappelli)

Câncer de Ovário Epitelial – formado pelas células epiteliais que revestem a superfície do ovário, correspondem a 90% dos casos. Pode ser:

  • Seroso de alto grau – mais frequente dos tumores invasivos;
  • Endometriais – segundo tipo mais frequente;
  • De células claras – apresenta comportamento mais agressivo;
  • Mucinosos – apresenta crescimento mais lento.

Câncer de Ovário de Células Germinativas (aquelas que dão origem aos óvulos) correspondem a 3-5% dos casos e são altamente curáveis.

  • Teratoma – geralmente ocorre em mulheres com menos de 18 anos. É um tipo raro de câncer, cujas células se parecem com os tecidos fetais;
  • Disgerminoma – geralmente afeta mulheres jovens. Apresenta desenvolvimento lento;
  • Tumor do Seio Endodérmico e Coriocarcinoma –  muito raros, também afetam mais mulheres jovens. Desenvolvem-se e disseminam-se rapidamente, mas são muito sensíveis à quimioterapia;
  • Tumores da Célula da Granulosa (células que produzem os hormônios femininos) –  correspondem a 1% dos casos; são mais comuns em mulheres com mais de 50 anos e altamente curáveis.

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Instituto Oncoguia

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INCA

Hospital A.C.Camargo

Pesquisa: Liga de Oncologia UFRGS (acad. Amanda Henz Cappelli)

O Câncer de Ovário tem um crescimento silencioso, podendo atingir grandes volumes antes de ser detectado. No momento do diagnóstico, 75% dos casos já são considerados avançados. Os sintomas que esse tipo de câncer desencadeia são inespecíficos, podendo incluir:

    • Pressão, dor ou inchaço no abdômen, pelve, costas ou pernas;
    • Náuseas;
    • Indigestão;
  • Gases;
  • Prisão de ventre ou diarreia;
  • Perda de apetite;
  • Perda ou ganho de peso inexplicável;
  • Necessidade frequente de urinar;
  • Cansaço constante;
  • Sangramento vaginal anormal;
  • Dor durante o ato sexual;
  • Alterações na menstruação.

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Hospital A.C.Camargo

Pesquisa: Liga de Oncologia UFRGS (acad. Amanda Henz Cappelli)

Os seguintes testes podem ser utilizados:

– Exame pélvico e história clínica: exame da vagina, colo do útero, útero, ovário e reto através de avaliação com espéculo, toque vaginal e toque retal;

Exame Preventivo (Papanicolau): o exame é indolor, simples e rápido, causando apenas um pequeno desconforto no momento do procedimento. Para garantir um resultado correto do Papanicolaou, deve-se tomar alguns cuidados: não ter relações sexuais (mesmo com camisinha) no dia anterior ao exame; evitar o uso de duchas, medicamentos vaginais e anticoncepcionais locais nas 48 horas anteriores à realização do exame e não estar menstruada (a presença de sangue pode alterar o resultado);

– Colposcopia – exame que permite visualizar a vagina e o colo de útero com um aparelho chamado colposcópio, capaz de detectar lesões anormais nessas regiões

– Biópsia – se células anormais são detectadas no exame preventivo (Papanicolau), é necessário realizar uma biópsia, com a retirada de pequena amostra de tecido para análise no microscópio.

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Instituto Oncoguia

Vencer o Câncer

INCA

Hospital A.C.Camargo

Pesquisa: Liga de Oncologia UFRGS (acad. Amanda Henz Cappelli)

A escolha do tratamento vai depender, principalmente, do tipo do tumor, do estadiamento (extensão da doença), da idade e das condições clínicas da paciente e se o tumor é inicial ou recorrente. Os tratamentos mais comuns são a cirurgia, quimioterapia, terapia alvo, hormonioterapia e a radioterapia.

É importante que todas as opções de tratamento sejam discutidas com a equipe médica, bem como seus possíveis efeitos colaterais, para ajudar a tomar a decisão que melhor se adapte às necessidades de cada paciente.

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Instituto Oncoguia

Vencer o Câncer

INCA

Hospital A.C.Camargo

Pesquisa: Liga de Oncologia UFRGS (acad. Amanda Henz Cappelli)

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