Câncer de Via Biliar

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Os Cânceres da Via Biliar são, em sua maioria, Colangiocarcinomas do tipo Adenocarcinoma (um câncer que é originado nas células glandulares). Nesse caso, os Adenocarcinomas surgem das glândulas que revestem o interior da via biliar. No caso dos Cânceres de Vesícula Biliar, 90% são também Adenocarcinomas, acometendo as glândulas do corpo da vesícula.

A informação existente neste site pretende apoiar e não substituir a consulta médica. Procure sempre uma avaliação pessoal com o Serviço de Saúde.

FONTES DE REFERÊNCIAS:

Instituto Oncoguia

Pesquisa: Liga de Oncologia UFRGS (acad. Pyetra Nunes Zahn)

A vesícula pode desenvolver Carcinomas Adenoescamosos, Carcinomas de Células Escamosas, Carcinomas de Pequenas Células e Sarcomas. Ainda, merece destaque o tipo de Adenocarcinoma Papilar, que é menos metastático do que os outros tipos e é responsável por 6% dos cânceres de vesícula.

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Instituto Oncoguia

Pesquisa: Liga de Oncologia UFRGS (acad. Pyetra Nunes Zahn)

Os sintomas do Câncer de Via Biliar e de Vesícula são bastante característicos:

– Icterícia (amarelamento da pele e mucosas);

– Prurido intenso na pele;

– Dor abdominal;

– Fezes claras;

– Urina escura;

– Náuseas e vômitos.

Esses sintomas todos podem ser causados por doenças benignas também, por isso a importância do diagnóstico diferencial.

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Instituto Oncoguia

Pesquisa: Liga de Oncologia UFRGS (acad. Pyetra Nunes Zahn)

O diagnóstico é feito com base nos sinais e sintomas atrelados a exames de sangue, exames de imagem e biópsias que confirmem o diagnóstico. Além disso, um histórico pessoal e familiar completo é muito importante na hora de diagnosticar.

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Instituto Oncoguia

Pesquisa: Liga de Oncologia UFRGS (acad. Pyetra Nunes Zahn)

Os tratamentos disponíveis consistem em cirurgias, radioterapia e quimioterapia. A escolha do tratamento dependerá muito do estadiamento da doença no momento do diagnóstico, além de outros fatores como idade da paciente, estado geral de saúde, circunstâncias individuais e preferências da paciente. É importante que todas as opções de tratamento sejam discutidas com a equipe médica, bem como seus possíveis efeitos colaterais, para ajudar a tomar a decisão que melhor se adapte às necessidades de cada paciente.

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Instituto Oncoguia

Pesquisa: Liga de Oncologia UFRGS (acad. Pyetra Nunes Zahn)

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