Macroglobulinemia de Waldenstrom

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A Macroglobulinemia de Waldenstrom, também chamada de Linfoma Linfoplasmocitário, é um tipo de Linfoma Não-Hodgkin. É uma doença rara do sistema de defesa do organismo, que acomete principalmente idosos acima de 60 anos.

A doença tem início nas células B, responsáveis pela produção de anticorpos de defesa do organismo. Essas células, quando sofrem a mutação responsável pela Macroglobulinemia de Waldenstrom, produzem grandes quantidades de proteína Macroglobulina, que é o que chamamos de Anticorpo IgM.

As células mutadas se acumulam na medula óssea, local onde estão armazenadas as células sanguíneas normais do corpo humano, o que provoca diminuição das hemácias (célula vermelha do sangue) fazendo com que o paciente possa ficar anêmico, fraco e cansado. Também faz com que diminua a quantidade de glóbulos brancos (células de defesa do organismo), fazendo então que o paciente não consiga combater infecções, e diminui a quantidade de plaquetas (células que fazem parte da cicatrização), fazendo com que a pessoa possa ter sangramentos e hematomas.

A proliferação das células da Macroglobulinemia de Waldenstrom também pode ocorrer em outros órgãos, como fígado e baço, provocando inchaço e dor abdominal.

A informação existente neste site pretende apoiar e não substituir a consulta médica. Procure sempre uma avaliação pessoal com o Serviço de Saúde.

FONTES DE REFERÊNCIAS

Instituto Oncoguia

Orphanet

Pesquisa: Liga de Oncologia UFRGS (acad. Mariana de Medeiros Uequed)

A Macroglobulinemia de Waldenstrom é um subtipo de Linfoma Não-Hodgkin, e não possui subtipos.

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Instituto Oncoguia

Orphanet

Pesquisa: Liga de Oncologia UFRGS (acad. Mariana de Medeiros Uequed)

Sinais (alterações físicas) e sintomas (o que pode ser sentido, como desconforto por exemplo, mas nem sempre é visualizado) que podem ser encontrados na Macroglobulinemia de Waldenstrom incluem:

– Fraqueza;

– Perda de apetite e/ou perda de peso;

– Febre e sudorese;

– Neuropatia;

– Aumento de gânglios linfáticos;

– Inchaço abdominal;

– Sintomas do sistema nervoso;

– Hemorragia e hematomas;

– Problemas de visão, renais, cardíacos e digestivos;

– Infecções;

– Sensibilidade ao frio.

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FONTES DE REFERÊNCIAS

Instituto Oncoguia

Orphanet

Pesquisa: Liga de Oncologia UFRGS (acad. Mariana de Medeiros Uequed)

A Macroglobulinemia de Waldenstrom é diagnosticada quando uma pessoa consulta um médico, porque está apresentando determinados  sinais ou sintomas. Se estes forem indicativos de Macroglobulinemia de Waldenstrom, serão solicitados exames de imagem e de laboratório, para confirmação diagnóstica e estadiamento da doença.

Se os sintomas sugerirem que você tem Macroglobulinemia de Waldenstrom, o médico fará perguntas sobre seu histórico clínico completo, incluindo informações sobre os sintomas apresentados, possíveis fatores de risco, histórico familiar, e outras condições clínicas. Em seguida, será realizado um exame físico completo. O médico também pode procurar por sinais de infecção, que podem causar muitos dos sintomas da Macroglobulinemia de Waldenstrom.

A informação existente neste site pretende apoiar e não substituir a consulta médica. Procure sempre uma avaliação pessoal com o Serviço de Saúde.

FONTES DE REFERÊNCIAS

Instituto Oncoguia

Orphanet

Pesquisa: Liga de Oncologia UFRGS (acad. Mariana de Medeiros Uequed)

A escolha do tratamento deve ser feita levando em consideração a idade e o estado geral de saúde do paciente. Não existe um tratamento padrão para todos os pacientes com a Macroglobulinemia de Waldenstrom. Entre as opções de tratamento estão a quimioterapia, a terapia alvo, a imunoterapia, a plasmaferese e o transplante de células tronco.

Em casos em que o paciente não apresenta sintomas que atrapalhem sua qualidade de vida, pode não ser necessário iniciar o tratamento imediato. Nesses casos, o acompanhamento com exames periódicos pode ser suficiente.

É importante que todas as opções de tratamento sejam discutidas com a equipe médica, bem como seus possíveis efeitos colaterais, para ajudar a tomar a decisão que melhor se adapte às necessidades de cada paciente.

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Instituto Oncoguia

Orphanet

Pesquisa: Liga de Oncologia UFRGS (acad. Mariana de Medeiros Uequed)

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