Câncer de Cabeça e Pescoço

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A maioria dos Cânceres de Cabeça e Pescoço iniciam nas células escamosas que revestem as superfícies úmidas da região, como dentro da boca, do nariz e da garganta. Os Tumores de Células Escamosas são muitas vezes referidos como Carcinoma de Células Escamosas de Cabeça e Pescoço. Além disso, os Cânceres de Cabeça e Pescoço também podem iniciar nas glândulas salivares. Os tumores malignos de cabeça e pescoço correspondem a 3% de todos os tipos de câncer. Os Cânceres de Cavidade Oral e Laringe são os mais comuns dessa região, e mais de 60% deles ocorre na glote.

São considerados Tumores de Cabeça e Pescoço os que se originam nas seguintes regiões: cavidade oral, seios da face, faringe, laringe, glândulas salivares e olhos.     

A informação existente neste site pretende apoiar e não substituir a consulta médica. Procure sempre uma avaliação pessoal com o Serviço de Saúde.

FONTES DE REFERÊNCIAS:

Instituto Oncoguia

Vencer o Câncer

Pesquisa: Liga de Oncologia UFRGS (acad. Natália Mainardi)

Boca: o Câncer de Boca inclui tumores que se desenvolvem nas diferentes partes da boca, como gengiva, língua e palato. Os locais mais comuns são a língua, o lábio, o soalho da boca e as glândulas salivares menores. A boca tem vários tipos diferentes de células, desse modo, diferentes tipos de tumores podem se desenvolver na região.

Orofaringe/ Garganta: o Câncer Orofaríngeo desenvolve-se na parte da garganta, a qual possui diferentes tipos de células e tecidos. A grande maioria dos tumores de boca e garganta são Carcinomas de Células Escamosas (as quais revestem a garganta), também chamados de Carcinomas Espinocelulares ou Epidermoides. O Carcinoma Espinocelular inicia-se com células anormais de revestimento e torna-se invasivo quando penetra em camadas mais profundas da orofaringe.

Glândulas salivares: são tecidos especializados que produzem saliva e lubrificam a boca e a garganta, além de conter enzimas digestivas e anticorpos. Tanto as glândulas salivares maiores (parótidas, submandibulares e sublinguais) quanto as menores (que são invisíveis a olho nu) podem desenvolver tumores malignos e benignos. Os casos de tumores mais frequentes são nas Glândulas Parótidas, seguidas pelas Submandibulares, Salivares Menores e Sublinguais.

Cavidade nasal e seios paranasais: tumores podem ocorrer em qualquer célula que compõe a região. Células epiteliais escamosas podem se tornar Carcinomas de Células Escamosas, sendo o tipo mais comum de tumor nessa região. Células da mucosa podem gerar um tumor de crescimento rápido, denominado Carcinoma Indiferenciado. Células de pele (melanócitos) podem originar Melanoma, que pode crescer e se espalhar rapidamente. Células do epitélio olfatório podem originar um tumor denominado Estesioneuroblastoma, que geralmente ocorre no teto da cavidade nasal e envolve a lâmina cribiforme (osso do crânio). Células do sistema imunológico, denominadas linfócitos, podem gerar tumores na cavidade nasal e seios paranasais, como o Linfoma Nasossinusal de Células T Natural Killer. Por fim, células musculares, ósseas e cartilaginosas da região podem originar tumores denominados Sarcomas.

Laringe e Hipofaringe: um tumor nessa região pode afetar a voz, a deglutição e/ou a respiração. A grande maioria dos tumores de laringe e hipofaringe aparecem nas células escamosas, que revestem o interior do órgão, e são denominados Carcinomas de Células Escamosas ou Espinocelulares. Se for diagnosticado e tratado em fase inicial, o câncer de laringe chega a ter 90% de chance de cura.

Olho e Cavidade Ocular: o tipo de câncer mais comum que se desenvolve dentro do globo ocular é o Melanoma intraocular, que pode ocorrer na úvea, na íris e na coróide (90% dos casos). Os mais fáceis de identificar são os que ocorrem na íris. Outro tipo de câncer que ocorre no olho é o Linfoma Intraocular, que inicia nas células do sistema imunológico. A maioria das pessoas que apresenta Linfoma Intraocular é idosa ou tem imunidade baixa.

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Instituto Oncoguia

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Pesquisa: Liga de Oncologia UFRGS (acad. Natália Mainardi)

Os sintomas (alterações físicas) de Cânceres de Cabeça e Pescoço são variados. Eles incluem:

– Linfonodos aumentados na região do pescoço;

– Feridas que não cicatrizam nas mucosas;

– Mudanças na simetria dos olhos e face;

– Alterações visuais;

– Dores de gargantas que não melhoram;

– Dificuldades para engolir;

– Alteração ou rouquidão na voz.

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Instituto Oncoguia

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Pesquisa: Liga de Oncologia UFRGS (acad. Natália Mainardi)

O principal exame para detecção dos tumores é a observação direta das lesões através da abertura da boca, no caso de uma lesão na cavidade oral. Em tumores mais profundos, é necessária a utilização de nasofibrolaringoscópio, que permite a visualização da cavidade nasal, faringe e laringe. Para o diagnóstico exato e estadiamento do tumor, serão necessários exames de imagem, de laboratório e biópsias.

Para o diagnóstico exato e estadiamento do tumor, serão necessários exames de imagem, de laboratório e biópsias.

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Instituto Oncoguia

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Pesquisa: Liga de Oncologia UFRGS (acad. Natália Mainardi)

A escolha pelo tipo de tratamento deve levar e conta o estado de saúde geral do paciente, o tipo de tumor, o estadiamento, as chances de cura e o possível impacto nas funções como fala, mastigação, deglutição e visão.

        As principais opções para o tratamento de tumores na cabeça e pescoço são cirurgia, quimioterapia, radioterapia e terapia alvo.

É importante que todas as opções de tratamento sejam discutidas com a equipe médica, bem como seus possíveis efeitos colaterais, para ajudar a tomar a decisão que melhor se adapte às necessidades de cada paciente.

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Instituto Oncoguia

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Pesquisa: Liga de Oncologia UFRGS (acad. Natália Mainardi)

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