Câncer de Nasofaringe

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O câncer de nasofaringe se inicia na região, que está localizada na parte superior da garganta e posterior do nariz, próxima à base do crânio. Vários tipos de tumores podem se desenvolver na nasofaringe. Alguns desses tumores são benignos, mas outros podem ser malignos. É importante conversar com o seu médico qual o seu tipo de tumor.

Normalmente é um Carcinoma, isto é, um tumor de origem no tecido epitelial que reveste a superfície interna e externa do órgão. É um câncer de desenvolvimento silencioso, cujos sintomas normalmente apenas aparecem em estágios mais avançados da doença. O tabagismo é um importante fator de risco para este tipo de câncer, sobretudo em associação com o alcoolismo.

A informação existente neste site pretende apoiar e não substituir a consulta médica. Procure sempre uma avaliação pessoal com o Serviço de Saúde.

FONTES DE REFERÊNCIAS

Instituto Oncoguia

Hospital A.C. Camargo

Pesquisa: Liga de Oncologia UFRGS (acad. Carolina Pires Zingano)

Existem 3 tipos de Carcinomas de Nasofaringe.

– Carcinoma indiferenciado não queratinizado;

– Carcinoma diferenciado não queratinizado;

– Carcinoma de células escamosas queratinizado.

O tratamento é o mesmo para todos os tipos de Carcinoma de Nasofaringe. Os tipos não queratinizados tendem a responder melhor ao tratamento, mas o estadiamento da doença é geralmente mais importante do que o prognóstico do paciente.

Os Carcinomas de Nasofaringe contêm grande quantidade de células do sistema imunológico, especialmente linfócitos. O termo Linfoepitelioma é ocasionalmente usado para descrever um Carcinoma de Nasofaringe indiferenciado com muitos linfócitos entre as células cancerígenas. A presença dessas células não costuma afetar a escolha das opções de tratamento. Mas podem ser um sinal para o desenvolvimento de novos tratamentos, uma vez que podem representar a tentativa do corpo de rejeitar o tumor.

Existem ainda o Adenocarcinoma Adenoide Cístico – tumor se inicia nas glândulas salivares menores e o Carcinoma Adenoide Cístico – tumor se inicia nas glândulas salivares menores.

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Instituto Oncoguia

Hospital A.C. Camargo

Pesquisa: Liga de Oncologia UFRGS (acad. Carolina Pires Zingano)

Os principais sintomas para o Câncer de Nasofaringe são:

–  Nódulo no pescoço: causada pela disseminação da doença aos gânglios linfáticos da região (sintoma muito comum);

– Audição abafada;

– Infecções no ouvido que não melhoram;

– Obstrução Nasal;

– Hemorragia Nasal;

– Dor de Cabeça;

– Dormência no Rosto;

– Dificuldade para abrir a boca;

– Visão embaçada ou dupla;

– Tosse com sangue;

– Perda de peso sem explicação aparente.

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Hospital A.C. Camargo

Pesquisa: Liga de Oncologia UFRGS (acad. Carolina Pires Zingano)

Normalmente, o diagnóstico é feito no consultório médico em função dos sintomas apresentados acima (sobretudo quando há presença de nódulos ou massas no pescoço). Se o câncer estiver na mucosa, poderá ser visto facilmente com nasofaringoscopia. Uma amostra de tecido deve ser examinada em biópsia para confirmar o quadro. Se estiver na submucosa, já passa a ser necessário um exame de imagem (tomografia ou ressonância magnética).

O hemograma não diagnostica propriamente o Tumor de Nasofaringe, mas deve ser feito após o diagnóstico para determinar se o câncer já é metastático. Para isso, é importante avaliar marcadores bioquímicos de anemia e de função renal e hepática, por exemplo.  

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A escolha do tratamento dependerá muito do estadiamento da doença no momento do diagnóstico, além de outros fatores como idade da paciente, estado geral de saúde, circunstâncias individuais e preferências da paciente. É importante que todas as opções de tratamento sejam discutidas com a equipe médica, bem como seus possíveis efeitos colaterais, para ajudar a tomar a decisão que melhor se adapte às necessidades de cada paciente.

Dependendo do caso, avalia-se fazer cirurgia, quimioterapia, radioterapia e terapia alvo. Essa decisão deve ser feita pela equipe multidisciplinar de médicos oncologistas, otorrinolaringologistas, psicólogos e enfermeiros. O paciente tem direito de buscar segundas opiniões, assim como de negar o tratamento ou buscar por um tratamento não tradicional em estudo clínico. Todavia, é de suma importância que ele não tome decisões importantes sem conversar com seu médico.

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