Câncer de Fígado

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O fígado é um órgão de extrema importância, responsável pela digestão, produção de bile, degradação e metabolização de substâncias nocivas para o corpo humano, transformação de substâncias em nutrientes necessários para o organismo e pela produção de proteínas essenciais para a coagulação e a manutenção do equilíbrio de fluidos no corpo.

Sua capacidade de regeneração é impressionante, resultando na manutenção da integridade da sua função mesmo quando são retirados dois terços do órgão. As células predominantes no fígado são os hepatócitos. Neles se originam os Hepatocarcinomas, um dos tumores malignos mais frequentes do trato digestivo.

O Câncer de Fígado geralmente começa como um nódulo isolado ou como nódulos múltiplos no interior do órgão. Nas fases iniciais, o crescimento costuma ser lento e assintomático, de modo que, quando o diagnóstico é feito, a doença já se encontra em estágio avançado, comprometendo áreas extensas.

A informação existente neste site pretende apoiar e não substituir a consulta médica. Procure sempre uma avaliação pessoal com o Serviço de Saúde.

Fonte de referência:

Instituto Oncoguia

Vencer o Câncer

INCA

Pesquisa: Liga de Oncologia UFRGS (acad. Gabriela Silveira Viana)

Carcinoma Hepatocelular ou Hepatocarcinoma: É o tipo mais comum, responsável por cerca de 90% dos casos dos tumores hepáticos;

Colangiocarcinoma (Câncer do Ducto Biliar): Responsável por um em cada 10 tumores malignos hepáticos, surge nos ductos que transportam a bile do fígado para o intestino;

Carcinoma hepático, Variante Fibrolamelar: É pouco frequente e não tem associação aparente com cirrose hepática ou infecção pelos vírus B e C. Tem prognóstico melhor do que o Carcinoma Hepatocelular comum;

Angiossarcoma e Hemangiossarcoma: Tumores raros que se originam nas células que revestem os vasos sanguíneos do fígado;

Hepatoblastoma: Tipo muito raro que atinge recém-nascidos e crianças nos primeiros anos de vida.

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Instituto Oncoguia

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Pesquisa: Liga de Oncologia UFRGS (acad. Gabriela Silveira Viana)

Os sinais (alterações físicas) e sintomas (o que pode ser sentido, como desconforto por exemplo, mas nem sempre é visualizado) do Câncer de Fígado, muitas vezes só aparecem em estágios mais avançados da doença, mas às vezes eles podem aparecer mais cedo. Se você consultar o médico aos primeiros sintomas, o câncer pode ser diagnosticado mais precocemente e o tratamento é iniciado, quando ainda é mais provável de ser útil.

Os sinais e sintomas do câncer de fígado podem incluir:

  •  Perda de peso;
  •    Falta de apetite;
  •    Sensação de saciedade precoce;
  •    Náuseas e vômitos;
  •    Febre;
  •    Fígado aumentado;
  •    Baço aumentado;
  •    Dor abdominal;
  •    Inchaço ou acúmulo de líquido no abdome;
  •    Coceira;
  •    Icterícia (pele e mucosas amareladas);
  •    Veias da barriga dilatadas e visíveis através da pele;
  •    Agravamento da hepatite crônica ou cirrose.

Alguns tumores hepáticos produzem hormônios que atuam em outros órgãos além do fígado e podem causar:

  •    Hipercalcemia (Aumento do cálcio no sangue).
  •    Hipoglicemia (Diminuição do açúcar no sangue).
  •    Ginecomastia (Aumento da mama em homens).
  •    Eritrocitose (Aumento dos glóbulos vermelhos do sangue).
  •    Altos níveis de colesterol.

Estes sintomas também estão relacionados a outras doenças, não são necessariamente sinais e sintomas exclusivos do Câncer de Fígado. Entretanto, existindo qualquer um desses sintomas, um médico deverá ser consultado para o diagnóstico preciso e o início do tratamento caso necessário.

 

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Pesquisa: Liga de Oncologia UFRGS (acad. Gabriela Silveira Viana)

O diagnóstico é realizado através de exames de sangue e exames de imagem. Quando o quadro clínico e os exames de imagem são altamente indicativos de Câncer de Fígado e a dosagem de AFP é maior ou igual a 400 ng/ml, o diagnóstico de câncer de fígado pode ser fechado sem a necessidade de biópsia. Caso contrário, a biópsia está indicada.

 

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Pesquisa: Liga de Oncologia UFRGS (acad. Gabriela Silveira Viana)

Em qualquer estádio em que a doença se encontre, é fundamental avaliar a função hepática antes de definir a melhor estratégia de abordagem. Existem várias classificações para definir o grau de comprometimento funcional do fígado, baseadas em exames laboratoriais e em critérios clínicos, como a presença de ascite, icterícia e distúrbios neurológicos. O tipo de tratamento é definido a partir do estádio em que a enfermidade se apresenta, podendo ser cirurgia, tratamentos locais (ablação ou embolização), radioterapia, terapia alvo e quimioterapia. Em muitos casos, mais do que um desses tratamentos ou uma combinação deles podem ser utilizados.

É importante que todas as opções de tratamento sejam discutidas com o médico, bem como seus possíveis efeitos colaterais, para ajudar a tomar a decisão que melhor se adapte às necessidades de cada paciente.

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