Fany Bicca

Fany Bicca

Câncer de mama – Porto Alegre – RS

Após 3 anos sem ir ao ginecologista, fui fazer mamografia.Tomei um susto com o resultado BIRADS 5, tumor maligno. Não chorei nem me desesperei, apenas sabia que tinha que agir. Logo percebi que minha vida iria mudar radicalmente dali pra frente. Muitos exames e o diagnóstico de um câncer avançado com metástase na axila me fizeram ver o quanto os 3 anos que fiquei sem consultar me prejudicaram. Uma longa rotina de médicos, exames, quimioterapia e cirurgia. Fui muito abençoada pois os efeitos colaterais da quimio foram leves perto do que vi acontecer com outras pessoas. A confiança nos médicos, o carinho e os cuidados da minha família em especial do meu marido e os encontros com o grupo na Casa Camaleão me deram o suporte que eu precisava e ainda preciso.Todos dizem que sou muito forte e inspiro outras pessoas, mas sei que sofri e sofro muito. Enfrento tudo sabendo que não posso evitar os sintomas, mas decidi viver o melhor possível. Cuidei muito da alimentação me cerquei de pessoas amadas me diverti. Fiz a cirurgia para retirada dos tumores na mama e axila e a reconstrução da mama. Ficou linda. Hoje espero começar a radioterapia e fazer a plástica para deixar a outra mama tão linda quanto a que foi doentinha.

Fernanda Navarro Coelho

Fernanda Navarro Coelho

Câncer de mama – São Paulo – SP

Fui diagnosticada de 2015 para 2016 um Carcinoma. Curei em 2017 fiz Herceptin. Por essa trajetória de autocura e bom astral, chorei sim, me reservei ou melhor, me isolei de várias pessoas que poderiam me fragilizar mais… enfim meu Oncologista me indicou para trabalhar numa clinica pioneira de suporte a pacientes com CA em São Paulo. Sou psicóloga e coach. Atuo como voluntária do Portal Superação.

Bruna Souza dos Santos Oliveira

Bruna Souza dos Santos Oliveira

Câncer de mama – Porto Alegre – RS

34 Bruna Oliveira

Minha história é bem longa, mas o resumo é: fui diagnosticada com câncer de mama em abril de 2016, aos 26 anos. Fiz 4 quimioterapias vermelhas, 12 brancas, 25 radioterapias, mastectomia bilateral com reconstrução imediata, mas devido a uma infeção foi preciso remover as próteses. Tomei Tamoxifeno e ouvi que poderia não ter mais filhos! Hoje após quase 3 anos do diagnóstico estou curada, com os cabelos crescendo muito rápido e com uma bebê de quase 3 meses! Deus é fiel! Se quiserem saber mais da minha história e verem muitas fotos podem entrar em contato comigo! Tenho fotos das minhas transformações, foto da família raspando a cabeça junto comigo, inclusive minha madrinha… Enfim! Sei que Deus permitiu isso na minha vida para que eu possa ajudar as pessoas!

Sabrina Valesca da Costa

Sabrina Valesca da Costa

Câncer de mama – São Leopoldo – RS

Recebi o diagnóstico dia 27/12/2018, fiquei paralisada, depois chorei muito, meu primeiro pensamento foi “vou morrer, não vou ver minhas filhas crescerem, como elas ficarão sem meu acompanhamento?!” Foi um susto muito grande, desesperador na verdade! O apoio da família, das minhas amigas e da minha ginecologista foram fundamental para enxergar que a morte não estava tão próxima assim, e até ela chegar tenho muita vida para ser vivida. Acredito que dia 31/12/18 foi quando caiu a ficha, estava chorando para não morrer no entanto estava viva  e não estava vivendo, apenas chorando e isto não me levaria a lugar algum. A noite, ver os fogos, a celebração, uma nova oportunidade, me encheu de esperança no tratamento e na vida pós-câncer! Já conhecia o trabalho da Casa Camaleão e as meninas me ajudaram muito, relatando suas experiências, me acalmando, dando dicas e indicações, que foram importantes na condução da minha trajetória!
Meu #ficaadica é que as pessoas se cuidem, conheçam seu corpo, façam exames periódicos pois são fundamentais na prevenção e no diagnóstico precoce! E isto faz toda a diferença!  Minha eterna gratidão a minha Gineco Dra Paula, que sempre me assessorou muito bem e graças aos exames solicitados conseguimos pegar a doença numa fase bem inicial! #BoraláVIVER

A.S.

A.S.

Câncer de mama – Porto Alegre – RS

25 Flavia Bica

Eu sempre cuidei muito da minha saúde, tinha hábito de ir no ginecologista todo ano para fazer o preventivo e sempre recebia a recomendação de fazer o auto exame nas mamas. Aos 34 anos fiz o auto exame e senti um nódulo. Marquei consulta e a médica que me atendeu também sentiu e me encaminhou para um mastologista, que pediu exame e não foi identificado como maligno, porém tinha que repetir os exames nos próximos meses. Realizei os exames novamente e foi identificado uma evolução no nódulo, com necessidade de realizar cirurgia. Recebi encaminhamento pelo SUS, no qual quando fui no consultório ambulatorial já marcou a cirurgia. Realizei a cirurgia e na consulta pós operatório fui comunicada que o nódulo era maligno e que, para prevenir avanço, teria que fazer nova cirurgia. Depois fui encaminhada para equipe de oncologia, que indicou sessões de quimioterapia e radioterapia (como prevenção). Esta fase foi transformadora. Passei um período longe do meu trabalho, perdi os cabelos, alguns dias tinha alguns efeitos colaterais. Mas nunca desisti ou fiquei deprimida, a tristeza senti em alguns dias, mas a confiança de “dias melhores sempre vem” foi fundamental. O apoio da família, colegas e amigos foi muito importante para minha recuperação.

Juliana Sinemberg Nedir

Juliana Sinemberg Nedir

Câncer de mama – Porto Alegre – RS

Minha mãe, minha inspiração de vida, também teve câncer de ovário aos 50 anos, tratou e se curou; depois teve CA de intestino, fez cirurgia e usa até hoje bolsa de colostomia (opção dela manter); depois teve CA de mama, retirou a mama esquerda. Minha história começou aos 33 anos, com um câncer de ovário. A princípio não cogitamos ser câncer pois no histórico familiar “essas coisas” poderiam acontecer próximo aos 50 anos. Comigo foi antes, aos 33 anos o CA de ovário e aos 39 veio o segundo, na mama esquerda. Fiz radio e quimio e mais tardiamente mastectomia profilática bilateral, por conta do BRCA1 positivado, além de 5 cirurgias plásticas para reconstrução mamária. Até o momento as cirurgias estão suspensas pois estou investigando uma possível recidiva do CA mamário. Com certeza transformei todos esses “maus bocados” em lição. Não foi fácil, não é fácil, confesso que se não tivesse o exemplo de minha mãe teria sido muito mais difícil! Tenho mais a contar porém não sobrou espaço…kkk Sempre tem algo que não foi dito, né? 😉

Andréia Wenzel

Andréia Wenzel

Câncer de mama – Porto Alegre – RS

Em janeiro de 2018 tive o diagnóstico de microcalcificações na mama esquerda… Após este diagnóstico, minha ginecologista (que tem cuidado de mim com muita dedicação e carinho há mais de 10 anos), sugeriu uma biópsia guiada por mamógrado… Vieram os resultados e fui então encaminhada, por indicação da minha médica, para um mastologista… e foi então que conheci outros três anjos na minha vida: meu mastologista, meu cirurgião plástico e meu anestesista, equipe maravilhosa que cuida de mim até hoje e a qual só tenho gratidão por tudo.
Minha primeira cirurgia foi realizada em julho de 2018 para a retirada das microcalcificações e biópsia do material… diagnóstico: carcinoma in situ ductal. Pois bem, muito decidida a contando com o apoio de toda minha família e amigos, tomamos a decisão de realizar uma mastectomia bilateral total radical… operei em novembro, pela segunda vez, coloquei expansores que serão retirados na minha terceira e última cirurgia (reconstrução das mamas e implante de próteses de silicone) em julho deste ano, 2019.
O câncer não me trouxe só dor e sofrimento…ele também me ensinou muitas coisas… me fez ver tudo mais colorido… me mostrou uma Andréia que eu nem conhecia. Hoje tenho 44 anos e venci… eu tive câncer, mas ele nunca me teve.

Cintia Thormann Albertin

Cintia Thormann Albertin

Câncer de mama – Porto Alegre – RS

Através de movimento rotineiro de lavar a axila, comecei a notar um caroço que com o tempo aumentou e era um pouco sensível. Como já estava na época de fazer os exames, procurei o ginecologista, que já no exame de toque me informou que poderia ser um possível nódulo. Fiz imediatamente mamografia e ecomamaria, confirmando a suspeita de  um nódulo possivelmente maligno. Depois disso, foi fazer biópsia, marcar cirurgia. Mas graças a Deus o nódulo era pequeno e bem localizado, não precisei tirar a mama e nem esvaziar a axila. Meus linfonodos sentinelas estavam íntegros!!!! Feita cirurgia, tive a felicidade de não precisar da quimioterapia e fui direto para 30 sessões de radioterapia. Tudo isso teve início em março de 2018. A  radioterapia foi finalizada em novembro de 2018. Agora faço todo acompanhamento com mastologista e oncologista e por 5 anos tomarei o Tamoxifeno até receber a tão esperada alta. Foi um susto grande e um medo indescritível de pensar em não ver minhas bebês gêmeas de 2 anos crescerem. Mas tive a segunda chance estou lutando com unhas e dentes!!!! Sou uma vencedora!!!!

Thayana Ramos de Barros

Thayana Ramos de Barros

Câncer de mama – Porto Alegre – RS

Olá oncoamigos!
Me chamo Thayana, mas pode me chamar de Thay! Aos 32 anos descobri câncer de mama, especificamente na mama esquerda (carcinoma ductal invasivo, luminal b). Fiz os protocolos necessários e fiquei livre da doença. Quimioterapias, mastectomia e radioterapia. Em 2017 reconstruí a mama e  usei hormonioterapia. Tudo estava às mil maravilhas. No final do mesmo ano fiquei muito preocupada, pois tive uma dor repentina no peito e diversas vezes busquei ajuda médica. Os médicos relacionavam a minha dor com a reconstrução da mama. Algo me dizia que aquilo não parecia normal… começou a crescer uma bola no meu peito e no início de 2018 foi constatado metástase nos ossos, fígado, pulmão e mediastino. Vivi um luto muito grande, achei que não fosse ter mais forças e coragem para enfrentar a doença pela segunda vez, com a condição de paciente crônica. A vida me trouxe mais aprendizados, consegui reduzir a doença, estou super bem, faço controle periódico e encontrei no Projeto Camaleão força para contar a minha história e inspiração com as amizades que fiz algumas com a mesma condição que a minha, vivendo anos e com qualidade de vida. Sou uma pessoa muito grata pelas oportunidades e confiante que em cada experiência nós evoluímos e encontramos motivos para seguir vivendo felizes!

Daniela dos Anjos Souza

Daniela dos Anjos Souza

Câncer de mama – Cachoeirinha – RS

Recebi o diagnóstico de câncer de mama no dia 19/10/2018. Há uns 10 anos descobri o primeiro nódulo, fiz biópsia e era fibroadenoma. A partir daí sempre fiz exames anuais. Em 2017 não fiz exames, trabalhando na correria como sempre. Em 2018 comecei a sentir uma bola no seio e achei que fosse leite empedrado pois tinha acabado de amamentar minha filha, só que foi aumentando e comecei a sentir dor pra usar sutiã, pra mexer com braço… fiquei com medo e, com muita insistência da minha família, fui fazer os exames. Foi muito rápido, já tinha 4 nódulos na mama direita. Fiz biópsia e o resultado foi câncer de mama triplo negativo. No dia 30/10/2018 comecei as quimioterapias, fiz 4 vermelhas e estou fazendo as brancas agora. Confio muito em Deus, que tem me dado força. Não é fácil, perder o cabelo foi muito difícil pra mim, eu tinha um cabelo lindo. Hoje não me olho no espelho, me acho feia, sinto muita tristeza. Ainda não fui aí na Casa Camaleão, mas quero ir conversar com outras pessoas que estão passando por isso. Depois que terminar as quimioterapia eu vou fazer a cirurgia.