Abdome

câncer de estômago

No Brasil, o Câncer de Estômago é o terceiro tipo mais frequente entre homens e o quinto tipo entre as mulheres. Os Adenocarcinomas são responsáveis por 95% dos casos de tumores estomacais. Esse tipo de câncer se desenvolve lentamente ao longo dos anos e seu aparecimento propriamente dito ocorre após alterações pré-cancerosas que raramente causam sintomas, e por isso, passam despercebidas. O principal fator de risco para esse tipo de câncer é a bactéria Helicobacter pylori, que infecta metade da população mundial e na maioria dos casos não causa sintomas. No entanto, em 5% dos casos, ela causa uma inflamação crônica na mucosa estomacal que, com o tempo, evoluiu para o câncer.


TIPOS 

Adenocarcinoma – cerca de 90 a 95% dos casos. Se desenvolve a partir de células que formam a mucosa estomacal;

Linfoma  – corresponde a 4% dos casos. Os cânceres do sistema imunológico podem ser encontrados na parede do estômago;

Tumor Estromal Gastrointestinal (GIST) – um subtipo raro, tem origem nas Células Intersticiais de Cajal, na parede do estômago. Alguns desses tumores são benignos e outros malignos;

Tumor Carcinóide – corresponde a cerca de 3% dos casos. Se origina nas células do estômago que produzem hormônios. 

 

SINAIS E SINTOMAS

O estágio inicial do câncer de estômago raramente provoca sinais (alterações físicas) ou sintomas (o que pode ser sentido, como desconforto por exemplo, mas nem sempre é visualizado). Porém, conforme a doença evolui, podem ocorrer:

- Falta de apetite; 

- Perda de peso;

- Dor abdominal;

- Desconforto abdominal, normalmente acima do umbigo;

- Azia ou indigestão;

- Náuseas;

- Vômitos, com ou sem sangue;

- Inchaço ou acúmulo de líquido no abdome;

- Anemia;

- Dificuldade para engolir e refluxo. 

DIAGNÓSTICO

O diagnóstico é feito via endoscopia digestiva alta. Caso o diagnóstico de Câncer Gástrico seja confirmado, tomografias computadorizadas e ultrassonografias endoscópicas podem ser solicitadas para avaliar a extensão do tumor.

TRATAMENTO

Quando restrito ao órgão, o principal tratamento é a cirurgia para a retirada do tumor. Além disso, em alguns casos se faz necessário o uso de quimioterapia e/ou radioterapia.

 

A informação existente neste site pretende apoiar o paciente, e não substituir a consulta médica. Procure sempre uma avaliação pessoal com o Serviço de Saúde.

Fontes de Referências

INCA

IVOC

Instituto Oncoguia

Pesquisa: Liga de Oncologia UFRGS (acad.Gabriela Silveira Viana) 

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